Okay for those of you english readers this is the Portugese (well brazilian) version of the text above so just scroll down and don't bother... Thanks, though. :D
A minha redação narrativa da aula de Português.
A professora pediu aos alunos que fizessem uma Redação com o tema: Escola. E que fizessem uma introdução. depois a professoria iria ditar palavras ou frases e os alunos teriam de inseri-las no texto.
1- aluno
2- caneta
3- pipoca
4- caminhão (camião)
5- menino
6- Eu sou capaz de recortar
7- geladeira (frigorífico)
8- cabeludo
9- avião
10- Deus
Estava na escola, perdida nos meus pensamentos, no meio de tantas pessoas, porém, me sentindo sozinha. Olhei em minha volta e tudo parecia estranho, distante, senti-me desligada, era apenas uma observadora.
Quando de repente, uma aluno cai da cadeira! Todos olharam para ele e risos encheram a sala. Olho para ele, não o conheço muito bem, mas ele tem sono cobrindo a sua expressão. Ele estava dormindo. Ri juntamente com os outros, mas sono era exatamente o que tinha.
Se não fosse pelo ritmo de uma caneta batendo numa mesa, que ecoava pela sala de aula, seria eu quem, provavelmente, tivesse caído no chão.
O meu estômago rugiu com fome e pipoca foi o que veio na minha cabeça. Hum... Pipoca, faz me lembrar do cinema.
Uma buzina soou na rua, me alertando do meu estupor de pensamentos. Olhei pela janela, provavelmente um caminhão, pensei dispensando o barulho e prestando atenção no menino que estava lá fora.
Tinha roupas sujas e rasgadas, o cabelo emaranhado, era tão magro que suas canelas pareciam palitos.
Um menino de rua, pensei.
Essa era uma imagem nítida da sociedade de hoje. Eu sou capaz de recortar dois tipos de imagens e classificar as classes sociais do Brasil.
Os ricos e os sobreviventes.
Quantas pessoas têm um teto sobre sua cabeça mas têm uma geladeira vazia? E aqueles que não têm nenhum dos dois? É uma grande diferença entre o rico e as suas cozinhas industriais e frigorífico cheio.
Um homem cabeludo aproximou-se do menino, tirou dinheiro do bolso e houve uma troca de mercadorias entre os dois.
Era ele uma mula de droga? O que fazer? Fiquei paralisada. Talvez até gritaria para parar com aquilo, mas depois o que? O menino não teria o que comer, o pai dele ou quem quer que fosse a pessoa que o obrigava a vender iria agredi-lo.
Fiquei calada e desviei os olhos do menino, não conseguia suportar tal coisa, tal injustiça. Olhei para o céu e vi um avião passar e obrservei a sua trajetória enquanto cortava o céu.
Pensei como tudo estava tão evoluído e mesmo assim, Deus sabe que não importa a nossa situação, há sempre alguém pior que nós e sempre alguem disposto a sorrir do nosso sofrimento.
Isso me fez pensar do aluno que estava dormindo na sala e caiu. Talvez ele tivesse alguma razão para tar com sono. Talvez alguma coisa tivesse acontecido na casa dele. Algo que só ele sabe. Me curvei na carteira, fechei os olhos e me arrependi de ter sorrido dele.
By: Aphro in Brazillian. (Because I'm awesome like that ;))
Eu sei eu sei.... Ewww disgusting Aphrodite tá a escrever em bresileiro. Mas Hey! eu vivo AQUI agora, tenho de me conformar... e hum... Para que RALHOS vou tar eu a escrever em Português de Portugal e ter erros ortográficos por causa disso? Oh hell no! I'm a freaking nerd and goody two-shoes and always will be. xD (end of the rant)
A minha redação narrativa da aula de Português.
A professora pediu aos alunos que fizessem uma Redação com o tema: Escola. E que fizessem uma introdução. depois a professoria iria ditar palavras ou frases e os alunos teriam de inseri-las no texto.
1- aluno
2- caneta
3- pipoca
4- caminhão (camião)
5- menino
6- Eu sou capaz de recortar
7- geladeira (frigorífico)
8- cabeludo
9- avião
10- Deus
Estava na escola, perdida nos meus pensamentos, no meio de tantas pessoas, porém, me sentindo sozinha. Olhei em minha volta e tudo parecia estranho, distante, senti-me desligada, era apenas uma observadora.
Quando de repente, uma aluno cai da cadeira! Todos olharam para ele e risos encheram a sala. Olho para ele, não o conheço muito bem, mas ele tem sono cobrindo a sua expressão. Ele estava dormindo. Ri juntamente com os outros, mas sono era exatamente o que tinha.
Se não fosse pelo ritmo de uma caneta batendo numa mesa, que ecoava pela sala de aula, seria eu quem, provavelmente, tivesse caído no chão.
O meu estômago rugiu com fome e pipoca foi o que veio na minha cabeça. Hum... Pipoca, faz me lembrar do cinema.
Uma buzina soou na rua, me alertando do meu estupor de pensamentos. Olhei pela janela, provavelmente um caminhão, pensei dispensando o barulho e prestando atenção no menino que estava lá fora.
Tinha roupas sujas e rasgadas, o cabelo emaranhado, era tão magro que suas canelas pareciam palitos.
Um menino de rua, pensei.
Essa era uma imagem nítida da sociedade de hoje. Eu sou capaz de recortar dois tipos de imagens e classificar as classes sociais do Brasil.
Os ricos e os sobreviventes.
Quantas pessoas têm um teto sobre sua cabeça mas têm uma geladeira vazia? E aqueles que não têm nenhum dos dois? É uma grande diferença entre o rico e as suas cozinhas industriais e frigorífico cheio.
Um homem cabeludo aproximou-se do menino, tirou dinheiro do bolso e houve uma troca de mercadorias entre os dois.
Era ele uma mula de droga? O que fazer? Fiquei paralisada. Talvez até gritaria para parar com aquilo, mas depois o que? O menino não teria o que comer, o pai dele ou quem quer que fosse a pessoa que o obrigava a vender iria agredi-lo.
Fiquei calada e desviei os olhos do menino, não conseguia suportar tal coisa, tal injustiça. Olhei para o céu e vi um avião passar e obrservei a sua trajetória enquanto cortava o céu.
Pensei como tudo estava tão evoluído e mesmo assim, Deus sabe que não importa a nossa situação, há sempre alguém pior que nós e sempre alguem disposto a sorrir do nosso sofrimento.
Isso me fez pensar do aluno que estava dormindo na sala e caiu. Talvez ele tivesse alguma razão para tar com sono. Talvez alguma coisa tivesse acontecido na casa dele. Algo que só ele sabe. Me curvei na carteira, fechei os olhos e me arrependi de ter sorrido dele.
By: Aphro in Brazillian. (Because I'm awesome like that ;))
Eu sei eu sei.... Ewww disgusting Aphrodite tá a escrever em bresileiro. Mas Hey! eu vivo AQUI agora, tenho de me conformar... e hum... Para que RALHOS vou tar eu a escrever em Português de Portugal e ter erros ortográficos por causa disso? Oh hell no! I'm a freaking nerd and goody two-shoes and always will be. xD (end of the rant)
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Sighing dreamingly you said: