Sunday, March 27, 2011

Things in Life!

Hm... Hoje estou aqui para falar de amizades...
Algumas delas marcam uma pessoa. Sendo porque algo muito mal aconteceu, ou porque essa foi a melhor amizade do mundo que já tiveste até hoje!

Bem eu como sou pessimista vou falar da segunda opção.


Amizades que marcam... Porque estas foram e são o melhor que aconteceram na tua vida.

Para mim essa foi a minha Twin, a quem eu posso chamar Twin ou Zoey.
Eu podia vir para aqui e contar-vos o quanto ela é maravilhosa, mas não seria suficiente, não para mim. Por isso vou contar-vos quem é a Zoey e como nos conhecemos...


(Esse post vai ser longo, e estou a fazê-lo mais para uma pessoa especial por isso não faz mal que não leiam)


Desde que entrei para o terceiro ciclo, senti que o mundo que estava a minha volta era MUITO diferente do que eu pensava. Os conceitos eram diferentes, as pessoas eram diferentes, os julgamentos dessas pessoas eram diferentes, o que as pessoas esperavam de mim era diferente. Enfim a única coisa que se podia fazer desse ponto era crescer.

O meu crescimento foi, se admitisse que houve algum, desajeitado e nunca consegui me encaixar. Sempre fiquei sozinha, é claro que tinha as minhas amizades, mas mesmo assim sentia-me a pessoa mas sozinha desse mundo.
O tempo foi passando, as caras que eu conhecia mudando e multiplicando-se. E descobri que a forma como eu era, o meu rosto, meu corpo, não eram aceitados pela sociedade. Eu não era considerada o que era bonito. Mas eu disso não sabia (e sabia ao mesmo tempo). Sempre preferi ignorar, quer dizer "What you don't know, can't hurt you" certo? Pois mas isso magoava-me imenso, eu não sabia o que tinha de errado para as pessoas não me aceitarem, para as pessoas não me amarem.


Então liguei-me aos desportos, tentei ser melhor em tudo, já que nas aulas ter boas notas isso eu já tinha. Eu pensei que se fosse boa em algo as pessoas me aceitariam.
Tornei-me cada vez melhor no desporto, os anos foram passando, e chegou o volley frenzin, em que todos os dias jogávamos volley nos intervalos. Eu para ser vista melhor, comprei uma bola de volley, disse a mim mesma que estava a comprar a dita bola porque adorava volley, e adoro, mas não se pode jogar volley sozinho pois não?
E as pessoas na escola começaram a procurar mais a Aphrodite, porque ela era aquela que tinha a bola. Eu achava-me feliz nessa época, porque senti que as pessoas precisavam de mim.
Olhando para traz vejo como fui parva. É claro que eles não gostavam de mim, gostavam do facto de eu ter uma bola. Davam comigo porque eu tinha o RAIO da bola. Grrr... Fui tão parava e ignorante.
Mais ainda fui inocente e as pessoas só tiraram proveito de mim.

Mais tempo menos tempo, no cicrulo do volley eu fui considerada uma bruta ou, como eles me chamavam, Godzilla. E tudo porque os meus serviços eram por cima, eram mais-que-perfeitos, consistentes e certeiros. Pelos vistos uma rapariga que não seja magra e pequena que faz isso, saber jogar volley, é considerada um monstro.
Então eu fiz a pior coisa que podia fazer, eu parei de jogar volley, foi aos poucos, mas parei. Já não encontrava felicidade naquilo.

Eu era tão infeliz comigo mesma que reconfortei-me na comida, cheguei a pesar 81kg! Só ia para escola por causa da minha mãe, porque ela queria que eu não desistisse, queria que eu tivesse um futuro. Coisa que ela acha que não teve porque casou muito nova. Também tive de suportar as bocas e os olhos julgadores e os dedos penetrantes das pessoas que apontavam para mim só porque sou de uma determinada nacionalidade.
Quando cá cheguei odiei os portugueses, não por serem portugueses, mas por causa do seu racismo, xenofobia, a sua falta de consideração, e caí no poço da generalização, da ignorância e da paterna do preto e branco.

Os anos se passaram e finalmente o demorado, doloroso e agoniante terceiro ciclo acabou. Sim eu já tinha 16 anos! Já estava grande, iria entrar para o secundário, para o liceu. Eu ainda me sentia a pessoa mais sozinha no mundo, mas ansiava que as escola começasse logo para eu poder fazer novas amizades. O verão passou num ápice, não me lembro muito bem como foi. Só sei que no início de Agosto eu comecei a emagrecer, comecei a ficar obcecada por perder peso. Porque na minha cabeça as pessoas não gostavam de mim porque era gorda.

Mais uma vez errei, não só no pensamento que as pessoas não gostavam de mim porque era gorda, mas na forma como quis emagrecer. Eu tornei-me bulimica, sim vomitava o que comia cada vez que sentia que comia demasiado. Eu gostava, porque pensei que assim tinha o prazer de continuar a comer tudo que eu gostava e bastava que vomitasse para não engordar. O tempo foi passando eu fui emagrecendo, mas não foi muito. Primeiro ninguém sabia que eu vomitava, mas o meu irmão descobriu e depois contou a minha mãe e a minha mãe contou a certos parentes.
No fim daquilo tudo houve uma intervenção, as pessoas abriram-me os olhos e disseram-me que aquilo não era a maneira certa, que era incorrecto. E deram-me opções mais saudáveis, saladas, comer menos, falaram até em inscreverem-me num ginásio.
Eu adorei a ideia, eu iria emagrecer e iria ser uma daquelas pessoas que são saudáveis e vão ao ginásio. Pensei que finalmente iria ser aceite, que os rapazes iriam todos cair aos meus pés, que eu seria reconhecida como uma cantora, não só como aquela miúda irritante que passa a vida a cantar nos corredores.
Essa história de saladas e comidas saudáveis só durou duas semanas. O ginásio a minha mãe nunca me inscreveu. Senti-me novamente abandonada.

Mas não desisti, ecnontrei forças não sei aonde, talvez foi no facto de que para o ano, no secundário, fosse encontrar algo melhor. Então comecei a comer menos, tomar chás, exigir que a minha mãe comprasse comida saudável, correr e fazer exercícios no parque infantil atrás da minha casa. E para mim eu não estava a perder peso, estava na mesma.
Mas porque eu não estou a perder peso? Porque todo o meu esforço está a ser em vão? Pensava eu. Até que um dia uma tia minha, que já não via há muito tempo veio nos visitar. E quando ela me viu, ficou surpreendida como eu tinha emagrecido. Ela perguntou-me se eu ainda estava a vomitar, eu desviei os olhos e respondi, não sei como, com um "Claro que não!" firmemente. A verdade é que às vezes eu ainda vomitava. Não tão frequentemente como antes, mas ainda sim.

O tempo passou e eu estava mais que ansiosa para que as aulas começassem, sentia uma agonia, que doía.

Eu estava a emagrecer mas ainda não estava no ponto certo, o meu rosto ainda era redondo, os meus braços gordos, a minha barriga um pouco grande, e a escola já estava perto de começar...
Eu fui à reunião de turma, na qual eles nos mostravam a escola e ditavam-nos as regras da escola e das aulas e blah blah blah. Lá vi uns quantos da nossa turma. digo uns quantos porque uns que conheço agora não vi lá, mas estavam lá, e outros não compareceram. Vi as pessoas mas não interagi com nenhum delas. Na minha turma estava três raparigas da turma que eu tinha ano passado, e uma delas era a minha melhor amiga, por isso sentia-me mais confortável. A reunião foi na quinta-feira mas as aulas só começavam na segunda-feira.

No dia da reunião eu e a minha família fomos ao centro de saúde, pois a minha mãe queria fazer análises de procedimento connosco, há muito tempo que não fazia isso, há muito tempo que não tirava sangue para que mo analisassem. Faziam 3 anos. Aos meus irmãos sim, a minha mãe os fez, porque eles sempre foram doentes, mas eu sempre fui saudável e raramente ficava com uma constipação sequer. Então lá fomos, falamos com a nutricionista, eu pesei-me e estava com 72kg, fiquei feliz porque já tinha perdido quase 10kg. A mulherzinha lá perguntou se eu usava a pílula, ou protecção a minha mãe quase caiu para trás na cadeira. Hahaha a Aphrodite a ter relações sexuais, que piada. Claro que eu nunca fiz sexo, mas o gesto da minha mãe se rir só me fez ver que ela pensa e espera muito de mim.

Entretanto as análises foram marcadas para segunda-feira o mesmo dia da escola. Eu não queria faltar as aulas logo no primeiro dia de aulas, não queria ficar perdida. Mas felizmente as análises foram pela manhã e eu só tinha aulas à tarde. Então lá fui eu toda nervosa tirar sangue e toda roxa. Pois é já mencionei? Eu fico roxa quando estou nervosa ou ansiosa, as pessoas ficam roxas quando estão com frio mas quando tenho frio fico vermelha... Entretanto estranhezas à parte, tirei o sangue, fiquei com um penso no braço almocei, ah e nesse dia eu tinha uma entrevista de trabalho, porque eu queria trabalhar (mas a mulherzinha dona do café não estava lá então a minha mãe viu aquilo como um sinal de que eu não devia trabalhar -.-''), e fui para a escola. Pude ver todas as pessoas, mas nem tanto, só as vi realmente na aula de educação física.
Nós não tivemos essa aula, a aula prática, porque o stôr queria nos ditar as regras e formas de avaliação,blah blah blah. E então vi que na minha turma tinha um gajo que nadava bem: o Pinto, uma gaja que tinha uma hérnia e que por isso não podia fazer certas coisas em ginástica: Miss White e uma rapariga que eu e a minha melhor amiga achávamos que tinha um estilo muito fixe e que era super descontraída: Zoey!

Os dias e semanas foram passando, sentia-me desiludida comigo própria, porque eu não estava a ir lá para fora e socializar com outras pessoas.
 Entretanto a minha mãe recebeu o resultado das nossas análises e disse que levou à médica de família, ela voltou pata casa a dizer que havia algo de errado que não era preciso eu me passar, que tudo iria ficar bem e que íamos no médico para a semana e não sei o que. Eu fiquei naquela de "Ok o que se passa mãe? Podes me dizer, eu compreendo as coisas não tenho cinco anos."
Ela respondeu: "As tuas análises chegaram, e a médica disse que tens umas hormonas da tiróide elevadas e que devíamos ir na consulta com o médico." Eu depois fiquei naquela de "Ok,o que isso quer dizer?" Eu sabia o que a tiróide era, aulas de CNT, e também via no Dr. House algumas doenças que isso podia causar. Então pedi o papel das análises e vi os resultados. Não percebi nada porque aquilo tava em linguagem médica, só percebi que as hormonas T4 e T3 estavam altas acima da contagem dos 5000. Então eu fiz a coisa mais sensata, fui pesquisar sobre aquilo.
Achei que não valia a pena freak out por causa daquilo, valia mais saber o que era aquilo para depois eu saber porque eu tava freaking out.

Doenças à parte, chegou a primeira reunião de pais. Eu a minha amiga (Erin) e a Zoey ficamos no portão, à espera dos nossos pais. No meu caso o meu padrasto e no caso dela a sua avó. Começamos a falar de coisas impessoais, falamos dos professores e das aulas e das pessoas da nossa turma, rimos um bocado com as parvoíces que eu dizia, entretanto a Erin foi-se embora e só ficamos eu e a Zoey.

No início estávamos um bocado tímidas, não sabíamos muito bem o que dizer. Sentamo-nos em frente a escola e ficamos a conversar enquanto os nossos "pais" estavam na reunião. Começamos por falar de livros, e como ela gostava de livros, eu disse que dantes lia, muito, mas que ultimamente não andava a ler muito. Depois não sei como, comecei a contar coisas sobre a minha vida para ela. Não sei o que me deu, foi estranho, mas contei-lhe que os meus pais eram separados, que eu era a mais velha, que o meu pai nos tinha raptado, que fui perseguida por touros, que o meu pai era guarda-redes, e que os meus pais separaram-se quando eu tinha seis anos. Depois ficamos abismadas porque o pai dela também era guarda-redes, os pais dela também eram separados, e que eles separaram-se quando ela tinha 6 anos.

E ficamos naquela de "UAU que coincidência  e ficamos felizes. Conversamos até as 20:30h o silencio nunca se formou entre nós. Não houve momentos de estranheza, nem julgamentos, nem pensamentos negativos. Foi mágico.

Eu fui para casa e no caminho a casa contei ao meu padrasto sobre ela e as nossas coincidências, contei à minha mãe, contei ao meus irmão. Saí com aquele sentimento de - não sei bem o que fiz, ou porque lhe contei aquilo, não sei que tipo de pessoa ela verdadeiramente é, ou o que ela vai fazer com as coisas que lhe contei, mas sei que dei um passo em frente, sei que socializei com uma pessoa, eu nunca teria feito isso, sei disso e por isso estava feliz. Ao menos tentei!


O resto? O que aconteceu foi magia, os dias passaram-se rapidamente, não tínhamos assim tanto em comum como imaginava, mas também descobri que a Zoey adora livros.

Então mais uma vez fiz um esforço, pedi-lhe emprestado os livros que ela tinha, para podermos falar sobre eles e perceber mais o que ela dizia. Eu encantei-me da forma como ela era apaixonante, entregava-se de corpo e alma para cada palavra, de cada página, de cada livro que ela já tinha lido. Eu queria ter aquilo! Queria fazer parte daquilo. Queria me apaixonar e envolver num mundo literário em que me podia apaixonar por coisas ficcionais que também lidavam com o realístico. Comecei a ler,e depois nunca mais parei e não vou parar!

Ela ensinou-me isso deu-me esse presente.

Algo que vou guardar para sempre.

A Zoey deu-me também outra coisa que eu nunca tive em amizade nenhuma. Uma coisa que eu nunca tinha experimentado, algo que eu sempre quis de uma pessoa mas que nunca tive.

Ela deu-me conselhos!

E não só conselhos certos, sobre o que devia fazer, mas conselhos que tinham toda razão e que expressavam o quanto ela era minha amiga. Cada vez que tinha uma dúvida, as suas respostas e conselhos foram uma prova da nossa amizade.

Eu também retribui-os, sempre dei bons concelhos às pessoas a única diferença entre mim e a Zoey é que ela segue os seu próprios concelhos, eu? eu limito-me a dá-los. Essa é a minha falha.

Mas é por isso que eu a Zoey somos uma perfeitas uma para a outra, eu não sigo os meus conselhos, por isso preciso de alguém que me dê alguns, e eu SEMPRE sigo os concelhos dela (because she's always right) e ela precisava de alguém que lhe desse conselhos, alguém que a mantivesse forte, alguém que a fizesse sorrir, que quando tivesse triste não fosse preciso palavras serem proferidas para saber o que se está a passar. Eu dei isso à Zoey, eu esperava apenas pela sua amizade e concelhos, mas não a Zoey deu-me muito mais.


Algo inquantitativo, não-qualitativo, não somatório, algo impensável, algo inestimável. Algo que todos querem mas só alguns têm.
Ele deu-me a Zoey. E eu dei-lhe a Aphrodite.

A Zoey é uma pessoa confiável, uma pessoa em que o sei lema é "Sê feliz! E sempre que possas tenha um sorriso na tua cara. E a vida...? Bem a vida vai ser muito mais fácil porque mesmo que as pessoas no mundo te tratem mal, vais sempre ter alguém ao teu lado para sorrir contigo.", ela é engraçada, tem as suas manias, uns pensamentos mesmo malucos.
Adora:
ºLivros;
º Coca-cola;
ºDoritos;
ºLaranjas;
ºDizer as palavras, cocó, raios me partam e caraças;
ºCool leggings;
ºQue lhe chamem Zoey ou Zo.
ºTFH guys;
ºOs músculos do Jake....
Eu podia continuar a lista mas seriam tantas coisas.

Mas o que ela mais adora nesse mundo além dos livro é o seu poder de fazer as pessoas felizes.


Twin eu adoro-te venero-te.

Sem ti não sei o que seria sem ti.

És a minha melhor amiga, a minha Twin, a minha alma gémea, a minha Irmã, és a minha Zoey.

Uma certa pessoas disse: "Em quase todos os livros de fantasia é referido que temos dois nomes: o nome que nos dão e o nome que, por assim dizer, nasce connosco. E quem souber o nosso nome verdadeiro poderá controlar - nos.
Então não é que isso é quase tudo verdade?!?
Se repararmos bem, nós não conhecemos minimamente bem a pessoa que todos os dias está ao nosso lado, não sabemos, portanto, o seu nome verdadeiro."


Bem twin eu posso afirmar que sim SEI o teu nome verdadeiro assim com tu sabes o meu.

A Zoey fez-me crescer, eu já não sou a pessoa que era antes. Não me sinto sozinha, excluída, incompreendida. Sinto-me renovada e finalmente sinto-me feliz.


Eu emagreci mais ainda e nas minha análises descobri que tinha tiróide. Agora durante o resto da minha vida tenho de tomar um remédio, em jejum de manhã. Não afecta muito a minha vida. Eu tenho dois pequenos nódulos na garganta, o médico disse que se eu tivesse feito as análises só esse ano eu podia ter ficado com cancro...
Não quero nem pensar nisso, só na sorte que tenho de ter conhecido a Zoey numa época da minha vida em que eu mais precisava de alguém. Eu antes considerei várias vezes suicídio, mas agora vi que a vida é difícil e que essa é a maneira mais fácil de chegar ao fim. E não a maneira certa. Viver é um privilégio e que nós temos que trabalhar duro para merecermos, e simplesmente escolher NÃO viver é desistir.

Obrigada Twin, salvaste-me. Eu sei que daqui a 3 meses vais-te embora, mas mesmo que a distância doa e mate, vais sempre fazer parte e mim e do meu coração.

             (Hum... só demorei 2 horas e 20 minutos a escrever isto xD)

1 comment:

  1. Posso saber porque não há uma reacção para RAIOS ME PARTAM SE EU NÃO AMEI ISTO ?

    Oh Twin, sabes que mais? Adorei saber isto tudo. Saber coisas que já suspeitava e coisas cujo os pormenores ainda não sabia bem. Adorei saber tudinho: a maneira como pensas de mim, a maneira como sabes tudo de mim. És a única pessoas que sabe tanto de mim como eu mesma, ou até mais. A Zoey só passou a existir por completo quando apareceu a Aphrodite, e só passou a, mais do que ter, usar, esse lema quando tu apareceste. E isso é muito mais do que alguma vez pedi. Tu és muito mais do que alguma vez pedi.

    Tens razão: o que aconteceu, mas maneira que aconteceu, foi mágico! Foi mágico, inesperado, simples, natural e único. Os momentos mais felizes da minha vida foram todos passados contigo. Não importa a distância, pois as recordações vão estar connosco. Raios me partam se não temos net e telemóvel, twin! Nada neste mundo me vai fazer esquecer de ti, nem mesmo o fim do mundo em 2012 xD

    E tens razão outra vez: "Mas o que ela mais adora nesse mundo além dos livro é o seu poder de fazer as pessoas felizes." Minha Deusa, se não tens razão, twin! E isso deixa-me tão feliz, saber que te faço feliz. Não imaginas a felicidade com que fiquei quando vi aquele maravilhoso post. Quando disseste que eras feliz! ^^

    Hum ... e acertaste na lista de coisas que adoro. Mas não meteste lá a mais importante: a minha Aphrodite!

    Como já disse "Dei-te a chave do meu coraçãozinho, e não a quero de volta."

    E sim, I'm always right! ;P

    E sim, sei o teu nome verdadeiro, tal como tu sabes o meu mais que de cor. Sabes todos os pormenores escondidos por trás das suas letras, todas as mensagens ocultas na sua sombra. Quando estou em baixo, não preciso de dizê-lo, para minha felicidade. Quando preciso de contar algo, dás-me tempo para organizar as ideias. Não me pressionas. E o mais importante de tudo [tal como tu já disseste]: dás-me conselhos twin!

    Eu posso dá-los, também, mas tu não te deixas ficar para trás. Muito pelo contrário, dás milhões deles e não esperas nada em troca. Apenas o meu sorriso, e eu sei o quanto odeias não o ver. E eu dou-to, com todo o prazer :D

    Por tudo isto, e mais um milhão de coisas [caraças, ainda bem que isto não tem contador de palavras], obrigada twin (:

    Obrigada! Adoro-te como nunca adorei ninguém.

    [wow! és rápida xD]

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Sighing dreamingly you said: