If you want to be in my life, please stay, just don't abandon me...
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Thursday, December 13, 2012
Wants
Seriously... it wasn't supposed to be like this. I wasn't supposed to be hurting. I just wanted one thing, one single thing to work out on my life, one thing to be happy about. And now I have nothing. Oh what is this?! What kind of life is this? Why can't things ever be good for me? And if they are good they last so little.
I don't know what to believe anymore. I feel so lost. I just wish things turned to a better tune. Things got okay. I can't take this... It's just too much of a suffering.
I've been considering suicide for a while now. Everything it's just so hard, so hurtful, so painful, sometimes... I think maybe daying would make it stop. I can't take this anymore. I try, and try and try. And all I get is punched in the face.
I really, really don't know what to do... Not anymore.
Seriously I just wish it would stop hurting this much...
I don't know what to believe anymore. I feel so lost. I just wish things turned to a better tune. Things got okay. I can't take this... It's just too much of a suffering.
I've been considering suicide for a while now. Everything it's just so hard, so hurtful, so painful, sometimes... I think maybe daying would make it stop. I can't take this anymore. I try, and try and try. And all I get is punched in the face.
I really, really don't know what to do... Not anymore.
Seriously I just wish it would stop hurting this much...
Sunday, December 9, 2012
I can't stop lovin' you
So I've made up my mind
To live in memory
Of old lonesome times
I can't stop wantin' you
It's useless to say
So I'll just live my life
In dreams of yesterday
Those happy hours
That we once knew
Though long ago
Yeah they make me feel blue
They say that time
Heals a broken heart
But time has stood still
Since we've been apart
Amar
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o se amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amas a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
C.D.A.
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o se amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amas a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
C.D.A.
As Sem-Razões Do Amor
Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
-Carlos Drummond de Andrade.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
-Carlos Drummond de Andrade.
Sunday, December 2, 2012
Would you like to... RUN!
Atraxi: You are not of this world.
The Doctor: No, but I've put a lot of work into it. [looking at different ties he might wear] Hm, I dunno... What do you think?
Antraxi: Is this world important?
The Doctor: "Important?" What's that mean, "important?" Six billion people live here; is that important? And here's a better question: is this world a threat to the Antraxi? [pause] Well, come on, you're monitoring the whole planet. Is this world a threat?
[The eye scans through images of the human race]
Antraxi: No.
The Doctor: Are the peoples of this world guilty of any crime by the laws of the Antraxi?
Antraxi: [scanning through more images] No.
The Doctor: Okay! One more, just one. Is this world protected?
[The Antraxi scans through pictures of Cybermen, Daleks, Racnoss, Seas Devils, Slitheen, etc.]
The Doctor: But you're not the first lot to have come here. Oh, there have been so many. And what you've got to ask is... what happened to them?
The Doctor: Hello! I'm the Doctor.
BASICALLY....
The Doctor: No, but I've put a lot of work into it. [looking at different ties he might wear] Hm, I dunno... What do you think?
Antraxi: Is this world important?
The Doctor: "Important?" What's that mean, "important?" Six billion people live here; is that important? And here's a better question: is this world a threat to the Antraxi? [pause] Well, come on, you're monitoring the whole planet. Is this world a threat?
[The eye scans through images of the human race]
Antraxi: No.
The Doctor: Are the peoples of this world guilty of any crime by the laws of the Antraxi?
Antraxi: [scanning through more images] No.
The Doctor: Okay! One more, just one. Is this world protected?
[The Antraxi scans through pictures of Cybermen, Daleks, Racnoss, Seas Devils, Slitheen, etc.]
The Doctor: But you're not the first lot to have come here. Oh, there have been so many. And what you've got to ask is... what happened to them?
The Doctor: Hello! I'm the Doctor.
BASICALLY....
RUN.
A hell of a crack
The Doctor: So your aunt, where's she?
Amelia: She's out.
The Doctor: Has she left you all alone?!
Amelia: I'm not scared!
The Doctor: Of course you're not! You're not scared of anything! Box falls out of the sky, man falls out of the box, man eats fish custard, and look at you! Just sitting there! So you know what I think?
Amelia:[shrugging] What?
The Doctor: Must be a hell of a scary crack in your wall.
Things under your shoe...
Sou um chiclete. Fui criado há seis meses atrás, com altas doses de sacarose, de uma essência frutífera, morango, aromatizado, cheio de conservantes e embalado.
Posto numa caixa com amigos semelhantes e empacotado. Passei várias horas num lugar grande escuro e frio, que cheirava a gasolina e tremia quando se movimentava. De vez em quando buzinava e fazia barulhos.
Finalmente, após horas e horas de nada só mesmo esperando pelas sonoras paradas e buzinas um impacto brusco aconteceu. Vidros estilhaçando, virando, metal rangendo, pneus deslizando e borracha queimando.
O lugar vira de cabeça para baixo metal colide com estrada e pavimento e terra. Sou despejado numa BR à noite e um frio de rachar.
Horas e horas de ponta cabeça fui resgatado por uma mão suja e calosa, cheia de dedos que pareciam salsichas. Fui elevado e a tontura tomou de conta. Olhos negros e curiosos apareceram, enquanto a luz matinal surgia. Fui desnudado, uma boca apinhada de dentes amarelos escancarou-se à minha frente e num grande colosso de língua, dentes e saliva, mastigou-me, usou-me, tirou-me o gosto, o sabor.
E eis aqui as minhas memórias, sou agora um chiclete mascado, quase defunto, apregado na sola do sapato de um médico. Será que tenho cura?
Posto numa caixa com amigos semelhantes e empacotado. Passei várias horas num lugar grande escuro e frio, que cheirava a gasolina e tremia quando se movimentava. De vez em quando buzinava e fazia barulhos.
Finalmente, após horas e horas de nada só mesmo esperando pelas sonoras paradas e buzinas um impacto brusco aconteceu. Vidros estilhaçando, virando, metal rangendo, pneus deslizando e borracha queimando.
O lugar vira de cabeça para baixo metal colide com estrada e pavimento e terra. Sou despejado numa BR à noite e um frio de rachar.
Horas e horas de ponta cabeça fui resgatado por uma mão suja e calosa, cheia de dedos que pareciam salsichas. Fui elevado e a tontura tomou de conta. Olhos negros e curiosos apareceram, enquanto a luz matinal surgia. Fui desnudado, uma boca apinhada de dentes amarelos escancarou-se à minha frente e num grande colosso de língua, dentes e saliva, mastigou-me, usou-me, tirou-me o gosto, o sabor.
E eis aqui as minhas memórias, sou agora um chiclete mascado, quase defunto, apregado na sola do sapato de um médico. Será que tenho cura?
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